quarta-feira, 4 de junho de 2014

A advogada Camilla Pascally, de 23 anos, em nota, nega que estivesse sem roupas íntimas e que isto tenha causado o ataque de fúria em Adriano Stuart, na madrugada de domingo.

Reprodução/Facebook
EU NÃO MEREÇO SER DIFAMADA 
Eu sou Camilla Pascally Oliveira Lima, 23 anos, advogada devidamente inscrita na OAB/RN 11.416, especialista em Direito Tributário, trabalho na Eletrocemer desde os 17 anos de idade, sempre com muito esforço, responsabilidade e não mereço ser difamada. No último sábado, 31 de maio de 2014, fui vítima, não de violência física, como fora amplamente divulgado pela imprensa, mas de violência moral. 
Minha vida foi devassada por boatos maliciosos gerados por uma total falta de respeito a minha integridade pessoal. Em razão dos inúmeros comentários de maldosos, venho à publico esclarecer as verdadeiras razões que ocasionaram os atos violentas e desproporcionais do Sr. Adriano Stuart. Antes, contudo, faz-se necessário ressaltar que eu jamais sai de casa sem estar adequadamente vestida e qualquer comentário que diga o contrário, não passa de mera especulação. O meu vestir reflete o meu caráter ilibado. Minha vida sempre foi pautada nos sólidos valores morais herdados dos meus pais, princípios estes que pretendo levar eternamente. Mas vamos ao ponto. 

Naquela noite, por volta das 22h, eu estava na companhia do meu ex-namorado, Sr. Adriano Stuart. Ao chegarmos ao estacionamento da Sam Temakeria, houve um pequeno incidente, o Sr. Adriano bateu de leve numa Land Rover que estava estacionada no local, causando dano somente ao seu próprio carro, fato que o revoltou, deixando-o transtornado. Já neste momento, percebi que sua conduta estava alterada, pois ele utilizou a chave do seu carro para riscar a pintura da Land Rover. Surpresa com tal comportamento, iniciamos uma discussão sobre o fato que eu considerei reprovável. Entretanto, deixei passar e fomos jantar. Na volta, quando nos dirigíamos ao estacionamento, inconformado com o prejuízo que causara a si mesmo e, num ataque de fúria, ele quebrou o retrovisor da Land Rover com as próprias mãos. Neste momento, iniciamos uma discussão mais acalorada, eu fiquei extremamente nervosa, comecei a chorar e a gritar, pedindo pra ele não agir daquele modo. Como meus pedidos não foram atendidos e ele continuou a destruir o veículo, eu reagi precipitadamente e quebrei o retrovisor do carro dele, como forma de chamar sua atenção para que ele parasse. Diante do meu ato, ele tentou pegar o extintor de incêndio do carro dele a fim de utiliza-lo para danificar ainda mais a Land Rover, ele parecia obsecado em causar prejuízo àquele carro, até pedras ele procurou para jogar no veículo. Como eu segurei o extintor e não permiti que ele continuasse a danificar o veículo alheio, ele saiu de ré em disparada. Na primeira oportunidade que tive, escapei do veículo, pois temia por minha integridade física. Os fatos que se sucederam são de conhecimento público e eu não os presenciei, não podendo declarar nada sobre os mesmos. Minha intenção com essa nota é deixar claro que as razões que motivaram o ataque de fúria do Sr. Adriano Stuart nada tiveram a ver com ciúmes ou ausência de peças intimas no meu vestuário. O excesso de bebida e a falta de bom senso são as verdadeiras causas do mal comportamento do indivíduo e eu, assim como os demais, fui vítima também.

Esclarecidos os motivos, espero que cessem as especulações difamatórias. Pois sou uma mulher e profissional cuja integridade jamais havia sido atingida até o presente momento. 

De todo modo, fica o meu perdão a todos que de alguma forma, seja criando ou compartilhando, fomentaram os boatos maliciosos. A Deus eu entrego o julgamento.

Fonte: Passando na Hora 

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