Mostrando postagens com marcador GREVE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GREVE. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Funcionários da Cosern decidem hoje se entrarão em greve

 
Os funcionários da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN) decidirão hoje em assembleia geral se entrarão ou não em greve. Durante o encontro, a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Elétricas e Empresas Prestadoras de Serviços no Setor Elétrico e Similares do RN (SINTERN) apresentará a nova proposta de reajuste para a categoria feita pelo Grupo Neoenergia, em reunião realizada no Rio de Janeiro, na última sexta-feira.
 
Segundo informações repassadas pela assessoria de comunicação do sindicato, depois da paralisação de advertência de 48h realizada em conjunto pelos funcionários no RN (COSERN), na Bahia (Coelba) e em Pernambuco (Celpe), na tentativa de evitar a greve-geral da categoria, o Grupo Neoenergia lançou uma nova proposta aumentando de 7% para 7,7% o reajuste salarial oferecido, sendo 6,66% sobre a inflação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), e 1,04% de ganho real de produtividade. 
 
Além do aumento do reajuste oferecido, a nova proposta apresentada pelo Grupo Neoenergia, aumentou para R$ 21 por dia, o vale-refeição, totalizando R$ 462, e o abono ficou em R$ 1.300,00. 
Inicialmente, a proposta da empresa era de 6,66% sobre o INPC e 0,34% de aumento real de produtividade. 
 
O sindicato está pedindo 14,4% de inflação INPC, somado a 7,9% de ganho real.
 
A Assembleia Geral está prevista para as 7h30, na sede da Cosern em Natal, em frente ao atendimento ao público. 
Aqui no RN a Cosern conta com 740 funcionários contratados e um contingente de cerca de dois mil trabalhadores terceirizados. 
 
A diretoria do sindicato também apresentará o resultado da reunião realizada durante a tarde de ontem, com a diretoria da empresa no RN, onde foram discutidos pontos mais específicos da pauta de negociações.

 
Fonte: Defato via Cidade News

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

SERVIDORES DO ITEP/RN INICIAM PARALISAÇÃO NESTA QUINTA-FEIRA


O Governo do Estado não cumpriu o compromisso e mais uma categoria de servidores públicos estaduais inicia uma paralisação nesta quinta-feira.

Após Assembleia Geral realizada recentemente, ficou acertado que os trabalhadores do Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP) iniciem um movimento grevista.

O últimato dado foi até ontem (30) e, como não houve resposta, a greve começa na manhã de hoje.


Fonte: Blog Caraúbas HotNews

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Servidores do judiciário federal entram em greve

Os servidores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) se aliaram aos servidores do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e da Justiça Federal do Rio Grande do Norte (JFRN) e deflagraram greve na manhã de ontem, quarta-feira (9). Eles exigem a aprovação do plano de cargos e salários – em tramitação na Câmara Federal -, além de um reajuste salarial.
Os funcionários do TRT e do JFRN estão com as atividades paralisadas desde o dia 26 de outubro. Em outros 18 estados do país, os servidores do judicário federal também entraram em greve. No caso específico do Rio Grande do Norte, os servidores cobram 56% de aumento salarial, que visa repor a inflação dos últimos cinco anos, período em que os servidores não receberam nenhum reajuste.
Nenhum dos órgãos do judiciário federal deixarão de funcionar. Os serviços serão oferecidos normalmente, porém com 30% do efetivo.
Fonte: Tribuna do Norte

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

POLICIAIS MILITARES DO RIO GRANDE DO NORTE AMEAÇAM REALIZAR GREVE BRANCA NO ESTADO

A campanha de valorização dos Policiais Militares, que está reunindo as Associações de Soldados, Cabos, Sargentos e Subtenentes, além dos Bombeiros, deve tomar um novo rumo a partir de hoje, após novo encontro com a equipe econômica do Governo do Estado.

Se não houver uma proposta satisfatória aos interesses da categoria, os policiais deverão endurecer e expor as deficiências da corporação recusando-se a utilizar as próprias armas, coletes e munições. A reunião entre policiais e governo será às 9h, no prédio da Consultoria Geral Estado, no Centro Administrativo. Mesmo sem fazer greve, se isso vier a se concretizar, os policiais alertam à população que podem não ir às ruas trabalhar porque não haverá equipamentos necessários às diligências.


Segundo o presidente da Associação dos Cabos e Soldados da PM, Jeoás Nascimento, a maior parte das munições da PM está vencida, porque não há recursos para compra. A mesma situação ocorre com as armas e com o colete, bem como com as próprias viaturas, muitas das quais transitam irregularmente. Para se ter uma ideia da fragilidade da Polícia Militar com relação a material e equipamentos, existem apenas 600 coletes para um efetivo de 10 mil policiais e muitas viaturas não estão rodando sem condições, com faróis queimados, pneus carecas e até com problemas na documentação.

"É o policial quem compra a munição, a arma e o próprio colete. Mas agora vamos mostrar a realidade a que estão submetidos os profissionais de segurança pública e o policial será orientado a deixar em casa e utilizar o material da corporação, o que poderá inviabilizar sua ida às ruas porque não somos obrigados a trabalhar sem proteção", argumenta o cabo.

Desde 10 de junho, os policiais estão em processo de negociação do piso salarial com o Governo do Estado. Nesse período foram feitas cinco reuniões com a equipe econômica do Governo, mas até o momento, segundo o presidente da Associação dos Sargentos e Subtenentes, Eliabe Marques, nenhuma proposta razoável foi apresentada. "Pelo contrário, a última proposta que nos fizeram conseguiu ser inferior à primeira, contradizendo todo o discurso de que não negocia com categoria em greve. Os policiais não paralisaram e por que não está havendo negociação por parte do Governo do Estado?", questiona ele.

Fonte: DN Online via Blog PF Online

terça-feira, 18 de outubro de 2011

ENTIDADES SINDICAIS ANUNCIAM O FIM DA GREVE DOS BANCÁRIOS

Depois de 21 dias de paralisação, a maioria dos bancários volta ao trabalho nesta terça-feira. A decisão foi tomana ontem (17) e anunciada pela Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro).


As entidades sindicais aceitaram a proposta apresentada pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal. O aumento salarial chega aos 9% e o piso da categoria será ampliado de R$ 1.250 para R$ 1,4 mil.


Por MAYKON OLIVEIRA

Fonte: Blog Caraúbas HotNews

sábado, 15 de outubro de 2011

Bancários e Fenaban fazem acordo para encerrar greve

A Federação Nacional de Bancos (Fenaban) e os representantes do Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) chegaram na noite desta sexta-feira (14) a um acordo para encerrar a greve dos bancários, que teve início no dia 27 de setembro.

Segundo Carlos Cordeiro, presidente da Contraf e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, a Fenaban apresentou proposta de 9% de reajuste sobre salários, retroativos a 1º de setembro, e 12% de reajuste no piso da categoria, que passa de R$ 1.250 para R$ 1.400 para a função de escriturário.

Também houve avanço na discussão sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A partir de agora, cada trabalhador poderá receber até 2,2 salários mais R$ 2.800 por ano (contra 2,2 salários mais R$ 2.400).

Os sindicatos estaduais precisam aprovar a proposta em assembleias, previstas para ocorrer na segunda-feira."Vamos orientar os sindicatos a aceitar a proposta", afirmou Cordeiro. Se o acordo for aprovado pela maioria dos cerca de 140 sindicatos da categoria, os bancários retornam ao trabalho na terça-feira (18).


Fonte: G1

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Justiça determina fim da greve dos Correios

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou ontem, terça-feira (11), depois de julgamento do dissídio coletivo pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC), o encerramento da greve dos Correios a partir da 0h de quinta-feira (13), já que hoje é feriado nacional - dia de Nossa Senhora Aparecida.

Os ministros também autorizaram a empresa a descontar no salário dos grevistas o equivalente a sete dias de greve e os demais 21 dias de paralisação devem ser compensados com trabalho extra nos fins de semana. No caso de descumprimento da determinação, a multa diária estabelecida foi R$ 50 mil.


Fonte: IG via Blog Eugênio Freitas

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Funcionários dos Correios rejeitam acordo e greve continua


Com a decisão, a greve da categoria, que já dura 22 dias, prosseguirá e será julgada na segunda-feira (10) pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos do TST.

 A maioria dos sindicatos de trabalhadores dos Correios rejeitaram, em assembleias promovidas ontem (5) em todos os estados e no Distrito Federal, o acordo fechado no dia 4, entre a Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) e a direção da estatal, na audiência de conciliação do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Com a decisão, a greve da categoria, que já dura 22 dias, prosseguirá e será julgada na segunda-feira (10) pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos. Segundo o secretário-geral da Fentect, José Rivaldo da Silva, pelo menos 18 dos 35 sindicatos da categoria se posicionaram contra o acordo de ontem, que previa aumento real de R$ 80 a partir de outubro e aumento linear de salários e benefícios de 6,87%.

 A proposta acordada também previa a devolução do valor correspondente aos seis dias de greve que já foram descontados dos trabalhadores em folha de pagamento suplementar. Esses dias seriam descontados posteriormente, na proporção de meio dia de trabalho por mês. Os outros dias de greve seriam pagos e, posteriormente, compensados pelos trabalhadores que fariam horas extras nos fins de semana e feriados.

No comunicado enviado ontem aos sindicatos, a Fentect alertou que já existe no TST jurisprudência desfavorável à categoria em relação ao pagamento dos dias parados e às cláusulas econômicas. Por isso, pediu que a categoria aprovasse o acordo. 
 
 
Fonte: No Minuto
 

Para Governo, greves são parciais

O Governo do Estado aposta no convencimento dos servidores para brecar a onda de greves iniciada na última semana. Em uma reunião realizada ontem pela manhã com os responsáveis pelos órgãos com trabalhadores em greve, ficou decidido que os diretores e secretários iriam tentar o convencimento dos servidores de forma direta, sem a intermediação dos sindicatos, de acordo com Anselmo Carvalho, secretário estadual de Administração. Não há perspectiva de o Governo do Estado ceder em relação às propostas dos servidores.

"Não há possibilidade de ceder porque ceder, nesse caso, é transgredir a lei. Não há hipótese nenhuma de fazermos isso", diz Anselmo, citando a Lei de Responsabilidade Fiscal. E complementa: "Temos greves parciais, em um ou outro órgão e com uma adesão baixa. Pedimos aos responsáveis por cada setor uma contabilidade do quantitativo de pessoas que aderiram".

Ao mesmo tempo, mais um órgão da administração indireta aderiu ao movimento grevista. Trata-se do Departamento de Estradas e Rodagens. Os servidores marcaram a greve para a próxima segunda-feira. Existe ainda a possibilidade de impedir a paralisação a partir de um diálogo direto entre a direção do órgão e os servidores, conforme orientação do Governo do Estado na manhã de hoje. "Os servidores irão conversar com a direção, mas a greve está marcada para a próxima segunda-feira", diz Santino Arruda, presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Indireta (Sinai).

Para o Sindicato, o movimento grevista está se espalhando e ganhando força no Estado. "As greves crescem e ganham força. Somente o Governo do Estado finge que não vê", avalia. Os servidores da Ceasa se reuniram ontem e decidiram não aderir à paralisação nesse momento. "Mesmo assim a maioria dos órgãos da administração indireta estão parados. Vamos ver se o Governo acha a solução", diz Santino.


Fonte: Tribuna do Norte

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Greve dos correios chega ao fim


 
Depois de 21 dias em greve, os funcionários dos correios decidiram hoje, depois de uma assembleia que durou cerca de 6 horas por fim a greve.
A Fentec, federação que defende os direitos dos trabalhadores dos correios, queriam aumento de R$ 200,00 os correios cederam R$ 80,00 mais inflação de 7%.
 
Os servidores dos correios queriam aumento do piso de R$ 807,00 para 1R$ 1.635,00, ganharam um abono de R$ 500,00.
 
Terão cinco dias de greve descontados parcelados e os outros quinze dias serão repostos em horas extras nos fins de semana e feriados.
 
 
Fonte: Blog do João Moacir

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Governo enfrenta nova onda de greves

O Governo do Estado começa a enfrentar uma nova onda de greves. Hoje, sete  categorias do funcionalismo público estadual paralisam os serviços: os técnicos administrativos da Secretaria Estadual de Educação e Cultura (Seec), a Fundação José Augusto, Emater, Idema, Detran, Idiarn e Emparn. Os agentes penitenciários e os médicos da Secretaria Estadual de Saúde decidem ainda hoje se iniciam ou não suas paralisações.
O número de paralisações, porém, poderá aumentar até o final desta semana caso o Governo do Estado não atenda às reivindicações de policiais civis, funcionários da Ceasa, Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Junta Comercial do Estado (Jucern) e técnicos da administração direta.
Fonte: Tribuna do Norte

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Bancários entram em greve hoje

A greve geral dos bancários começa hoje. A mobilização nacional prevê uma paralisação longa, de cerca de 20 dias ou mais, sob o propósito da categoria protestar contra o esquema bancário vigente. A categoria reivindica um reajuste de 26% nos salários, bem como a reposição integral das perdas salariais acumuladas desde 1994 com o Plano Real, o fim do assédio moral e das metas vistas como abusivas. Outros pontos como a contratação de novos bancários e isonomia entre funcionários antigos e novos fazem parte da negociação. No Rio Grande do Norte, todas as 131 agências bancárias existentes, somando 80 na capital e 51 no interior, participam da greve, somando cerca de 2.900 bancários mobilizados.

Em virtude da greve, os bancos funcionarão apenas com o serviço de auto-atendimento, que corresponde ao uso dos caixas eletrônicos e a página da internet, bem como as loterias e canais alternativos, o que já corresponde há mais de 30% de serviços prestados à população, conforme o previsto pela lei de greve. Segundo Marcos Tinôco, diretor de comunicação da Conlutas-RN, durante os dias parados, os bancários se organizarão em piquetes de frente às agências bancárias a fim de orientar a população e esclarecer os motivos que levaram à paralisação por tempo indeterminado.

Até a última sexta-feira, data em que ocorreu a assembléia que optou por deflagrar a greve, os bancos haviam oferecido um reajuste de 8%, bem abaixo do esperado pela categoria. "É desgastante e infeliz que a nossa categoria precise fazer esse tipo de ação grevista", analisa.
 
 
Fonte: Diário de Natal via Blog Eugênio Freitas

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

BANCÁRIOS DEVEM ENTRAR EM GREVE A PARTIR DE AMANHÃ



Brasília - Bancários de todo o país farão hoje (26) à noite assembleia para definir sobre o início da paralisação da categoria a partir de amanhã (27). Segundo informações da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), a greve valerá para bancos públicos e privados.

Na sexta-feira (23) a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou uma proposta com índice de reajuste de 8%, não aceita pelos bancários que pedem um reajuste de 12,8%. O Comando Nacional de Greve também considerou que a proposta não contempla a valorização do piso da categoria nem prevê aumento na Participação dos Lucros e Resultados.

Os bancários reivindicam a valorização do piso salarial, o aumento do vale-alimentação, auxílio-educação com pagamento para graduação e pós-graduação, ampliação das contratações, mais segurança nas agências, combate às terceirizações e à rotatividade e aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
Fonte: Blog Emídio Sena

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Correios: Dias parados dos grevistas serão descontados, diz Paulo Bernardo


ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, determinou ontem (20) ao presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, “que os dias parados sejam descontados rigorosamente” do salário dos grevistas. “Greve é um direito, mas ninguém vai receber sem trabalhar”, disse o ministro.

Segundo Paulo Bernardo, entre 23% e 25% dos trabalhadores dos Correios estão parados. “Estamos negociando. Mas estamos também mostrando para eles que não temos condição de dar o reajuste no nível que eles pedem. Têm casos em que estão pedindo 100% de reajuste. Queremos mostrar as possibilidades que temos. Estamos oferecendo aumento real acima da inflação”.

O ministro comentou o fato dos Correios ter o monopólio do serviço no país assegurado pela Constituição, e disse que isso não caracteriza um problema, mas “dá uma responsabilidade grande” à empresa.

“Se só eu posso entregar a carta, não posso pegá-la e ficar com ela na gaveta ou no malote. Tenho que dar um jeito de entregá-la”, disse Paulo Bernardo, lembrando que os Correios fizeram mutirões no último final de semana para que parte das correspondências em atraso pudessem ser entregues a seus destinatários.

Elaine Patricia Cruz
Agência Bras Rodrigues
Fonte: Gazeta do Oeste

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Após 106 dias, greve dos professores da Uern chega ao fim

Os professores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) se reuniram em assembleia na manhã de hoje, 14, na sede da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), e decidiram pôr fim à greve que já durava 106 dias, a maior na história da instituição. As aulas da Uern serão retomadas amanhã, 15.

A decisão foi tomada depois que a Reitoria, em nome do Governo do Estado, apresentou um documento constando o atendimento da pauta de reivindicação da categoria. Mesmo considerando que o atendimento foi somente parcial, os docentes avaliaram como positivo o movimento, tendo em vista a intransigência da administração estadual em negociar. O Governo só chegou a apresentar uma proposta concreta depois de 70 dias de greve, mesmo assim, depois da pressão da categoria com as mobilizações de rua.

Dessa forma, o Governo esticou o movimento paredista se negando a negociar para poder pedir a abusividade e ilegalidade da greve na justiça. Por várias vezes, a Aduern flexibilizou suas propostas para pôr fim ao movimento paredista, mas a administração estadual parecia não se importar com os prejuízos da greve.

A categoria considera a greve vitoriosa, pois demonstrou a força de organização dos docentes da Uern. Para Flaubert Torquato, presidente da Aduern, a unidade com os estudantes e técnicos foi  fundamental para fazer o governo negociar com a categoria, sem desconsiderar o apoio que o movimento teve da sociedade norteriograndense.

“Apesar do fim da greve, o movimento em Defesa da Uern não acabou. A greve demonstrou a força de organização dos professores da Universidade. Continuaremos vigilantes, pois a Aduern sai fortalecida e a categoria docente preparada a continuar a luta em defesa da única universidade presente em praticamente todo o território potiguar”, explica. 

Fonte: Blog Nossa Riacho de Santana

Correios entram em greve no Rio Grande do Norte


Centro de distribuição dos Correios na Vila Leopoldina, São Paulo
 
Funcionários da Empresa Brasileira de Telégrafos (ECT) decidiram em assembleia entrar em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira.
De acordo com o sindicato que representa os empregados dos Correios, o Fentect, a greve foi um último recurso usado após fracassos em negociações com a direção da empresa. A direção dos Correios fez uma proposta na noite desta terça-feira que contempla reajuste de 6,87%, aumento de 50 reais e um abono salarial de 800 reais.
Os funcionários reivindicam aumento de 400 reais nos salários, além de reposição de 7,16% referente à inflação entre os anos de 1994 e 2002, o que totalizaria 24,76%.
 
Fonte: Blog Eugênio Freitas

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

UERN: Greve completa 100 dias

A ADUERN encaminhou, dentro do prazo estipulado pelo Tribunal de Justiça do RN (TJRN), esclarecimentos sobre a greve dos professores que completa hoje 100 dias. A mensagem enviada atende a uma solicitação do relator da matéria que pede a ilegalidade e abusividade do movimento paredista dos servidores da UERN que foi impetrada pelo Governo do Estado, através da Universidade, no último dia 30.

Na ação, a administração estadual solicitava uma liminar judicial que suspendesse imediatamente a paralisação. Entretanto, o desembargador Saraiva Sobrinho decidiu não conceder de imediato a liminar e abriu um prazo para ouvir as partes. “Diante da relevância da matéria e dos direitos postos em conflito (educação x greve) reservo-me à análise do pleito liminar a momento posterior a manifestação dos requeridos”, diz o despacho do relator.

A ADUERN considerou a decisão do relator como uma vitória, já que espera que na audiência de conciliação solicitada pela assessoria jurídica da entidade se obtenha um acordo. “Prestamos todos os esclarecimentos solicitados pelo TJRN. Durante o período de greve, houve consenso em alguns pontos da pauta de reivindicações da categoria. Dessa forma, pedimos a homologação do Tribunal para essa parte que foi consenso e ainda uma audiência de conciliação para os pontos ainda em discussão”, explica Lindocastro Nogueira, assessor jurídico do Sindicato.

Para o professor Flaubert Torquato, presidente da ADUERN, o principal responsável pelo impasse na UERN é o Governo do Estado que se manteve intransigente nas negociações. “Por outro lado, a ADUERN demonstrou equilíbrio e sensibilidade, mesmo nos momentos em que a categoria docente e a própria UERN sofreu insultos, ataques e ameaças por parte do Governo”, afirma.
Fonte: Blog dos Tubiba

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Docentes da Ufersa aceitam acordo e greve é abortada

 
Com indicativo de greve agendado para a próxima quinta-feira, 1º, os docentes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) não irão mais paralisar suas atividades. A categoria deverá seguir a orientação do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) que, junto com o Ministério da Educação (MEC), celebrou um termo de acordo pondo fim a possibilidade iminente de greve.

O acordo, assinado pelo secretário de Educação Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, prevê a reestruturação das carreiras do magistério de ensino básico, técnico e tecnológico através da incorporação da GEDBT (Gratificação Específica de Atividade Docente do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico) ao vencimento básico. Também está previsto o acréscimo de 4% sobre o vencimento.

Para a carreira de magistério de ensino superior, o acordo estabelece a incorporação da Gratificação Específica do Magistério Superior (Gemas) ao vencimento básico dos profissionais, e também um acréscimo de 4% sobre os salários dos docentes.

Segundo o Governo Federal, os efeitos dessas medidas só serão implementados em março de 2012, e o processo de negociação se dará através da formação de um grupo de trabalho, que se reunirá, pela primeira vez, em 14 de setembro, objetivando desenvolver uma metodologia do processo negocial, de modo que seja concluído até 31 de março de 2012.

Segundo o reitor da Ufersa, professor Josivan Barbosa, o acordo é satisfatório. "Como mencionei na semana passada, essa greve seria precipitada, uma vez que as negociações estavam apenas começando. Com esse acordo, o principal beneficiado serão os estudantes, que continuarão com as aulas normais, e todo mundo sairá ganhando com essa decisão", conclui. 
 
 
Fonte: Jornal O Mossoroense

terça-feira, 30 de agosto de 2011

GOVERNO DO ESTADO PROTOCOLA NA JUSTIÇA O PEDIDO DE ILEGALIDADE DA GREVE NA UERN


Em retaliação à greve que acontece na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), o Governo do Estado decidiu protocolar na justiça o pedido de ilegalidade do movimento grevista.

Ontem (29) a paralisação completou 90 dias e um grupo de acadêmicos do Campus da UERN em Natal/RN, decidiu protestar de forma bem humorada com uma espécie de "aniversário" de três meses da greve. Eles enfeitaram um bolo e o denominaram de "Bolo da Rosa".

Uma Assembleia Geral será realizada nesta manhã para analisar o movimento e as últimas propostas enviadas pelo governo.


Por MAYKON OLIVEIRA

 
 Fonte: Blog Caraúbas HotNews

Estudante da UERN desabafa sobre a greve

Não agüento mais essa greve...não agüento mais...

Os professores do Rio Grande do Norte enfrentam a cada dia o desafio de educar, e os alunos, o de aprender, em meio à má remuneração e à desvalorização vindas do governo do estado.

A imprensa noticia a greve dos profissionais da educação do Rio Grande do Norte, que já dura mais de 90 dias. Esses reivindicam melhorias, tanto pros alunos quanto para si.

Desejo, como aluno da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, que, nas próximas eleições, os eleitores procurem saber o que realmente está acontecendo com a educação. Que não sejam ENGANADOS pelos comerciais do governo, que mostram “a melhoria na educação do RN”. Que eles vejam que o Rio Grande do Norte possui uma educação defasada e sem compromisso por parte do governo, e que as instituições de ensino dependem da boa vontade dos governantes, que de boa vontade não existe nada.

Não agüento mais essa greve que só nos massacra a cada dia. O povo uniu-se para vencer a ditadura militar, lutou com unhas e dentes para recuperar a democracia, o direito de votar, de escolher, de reivindicar. Agora que tem voz, não se importa em cobrar do governo o cumprimento de uma boa educação.

Não agüento mais essa greve...não agüento mais...

Por: André Alexandre